terça-feira, 10 de março de 2009

SAÚDE PÚBLICA DO BRASIL CONTOS DE TERROR

1]O MISTÉRIO DA ANATOMIA
Foi enterrado o corpo da dona de casa Verônica Cristina do Rêgo Barros, de 31 anos, no Cemitério de Irajá, na zona norte do Rio. Ela morreu na manhã do dia 8, após um suposto erro médico, em que teria sido submetida a uma cirurgia no lado errado do cérebro.
Uma tomografia computadorizada realizada no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, indicou um coágulo no lado esquerdo do cérebro de Verônica que, no domingo passado, foi levada ao hospital após ter caído no banheiro e batido a cabeça. No entanto, a cirurgia foi feita no lado direito do cérebro de acordo com o marido dela, Giovani Mattos Dornelles.
o diretor do hospital, César Rodrigues, afastou o neurocirurgião que fez a operação, Pedro Ricardo Mendes, e o chefe da equipe de neurocirurgia da unidade, Thorkil Xavier de Brito. Uma sindicância foi aberta, bem como um inquérito criminal na 22ª Delegacia de Polícia. A família diz ter contratado um advogado para processar o Estado por indenização moral e material. Verônica deixa dois filhos, uma menina de oito anos e um menino de 11.


2]BEBÊ FANTASMA
O Ministério Público Estadual pediu à Justiça que autorize a realização de um exame de DNA no bebê entregue à mulher que diz ter engravidado de gêmeos e acusa o hospital de sumir com um dos seus filhos em Ferraz de Vasconcelos (SP). O pedido foi feito pela Procuradoria do município.
Apesar de afirmar que fez uma ultrassonografia que confirmava a gestação de gêmeos na véspera do parto, Andressa Sales, 35 anos, deu à luz somente um menino, registrado como Gabriel. No entanto, ela garante que os exames mostravam imagens de duas crianças e forneciam dois pesos aos bebês.
A Secretaria de Saúde do Estado informou que apenas um bebê nasceu e não houve troca de crianças na unidade. Na avaliação do órgão, os exames podem ter apresentado erro.
A secretaria informou ainda que uma sindicância foi instaurada para investigar o caso, que também foi encaminhado para o Conselho Regional de Medicina de São Paulo.


3]A METAMORFOSE DA TUBERCULOSE
Amigos e familiares do finado José Barbosa, 44 anos, desconfiam que o corpo dele tenha sido trocado antes do enterro na cidade de Araguanã, em Tocantins. Sebastiana Cunha, viúva dele, chegou a abrir o caixão e afirmar que o corpo que estava lá não era do seu marido. O tamanho e o peso do caixão, incompatíveis com as medidas do defunto, chamaram a atenção da família. Barbosa foi internado com suspeita de tuberculose e, após o óbito, médicos aconselharam a lacrar o caixão.O Hospital de Doenças Tropicais de Araguanã, onde ele estava internado, alegou que o morto não foi reconhecido, pois teve barba e cabelo cortados antes de ser colocado no caixão. A polícia da cidade vai pedir um laudo para tentar identificar o defunto.

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