segunda-feira, 9 de novembro de 2009
domingo, 8 de novembro de 2009
ESCRITORES FAZEM FORTUNA COM ESCÂNDALOS DO GOVERNO LULA
No livro "O País dos Petralhas", o jornalista e comentarista político Reinaldo Azevedo realiza uma crítica ácida e implacável à sociedade brasileira e principalmente ao governo petista, que ocupou a posição de situação nos últimos anos. autor, um ferrenho crítico do presidente Lula e do Partido dos Trabalhadores, escreve um dos mais influentes blogs políticos da internet brasileira e é o criador da expressão "petralha", um jogo de palavras entre a sigla PT e os personagens da Disney conhecidos como Irmãos Metralha.
Um dos jornalistas mais respeitados do país conta os bastidores do surgimento, enriquecimento e tomada do poder regional pela família Sarney. Do Maranhão ao Senado, o livro mostra os cenários e histórias protagonizadas pelo patriarca que virou presidente da República por acidente, transformou o Maranhão no quintal de sua casa e beneficiou amigos e parentes.o político mais antigo em atividade no país enfrenta escândalos e a opinião pública. o jornalista faz um retrato do Brasil na era Sarney, os mandos e desmandos do senador e seus filhos, no Maranhão e no Congresso Nacional.
Diogo Mainardi, um dos mais polêmicos e conhecidos comentaristas do cenário político brasileiro, reúne uma coletânea de crônicas sobre o escândalo do mensalão, publicadas na Revista Veja, no livro "Lula é Minha Anta". Muito mais que uma simples reunião de textos, Mainardi aprimora suas crônicas, com comentários inéditos que contam os bastidores do trabalho do colunista.
"Lula é meu. Eu vi primeiro. Agora todo mundo quer tirar uma lasca dele. Até os jornalistas que sempre o apoiaram. Chamam-no de ignorante. Chamam-no de autoritário. Como assim? Lula tem dono. Só eu posso chamá-lo de ignorante e autoritário. O resto é roubo. Roubaram Lula de mim."
O livro expõe de forma irreverente e ácida um dos momentos mais críticos da política brasileira. Odiado por uns, amado por outros, Diogo Mainardi defende sua posição contra o Presidente da República que, segundo ele, "é só um burocrata medíocre que a gente contrata por quatro anos para desempenhar uma tarefa que nenhuma pessoa minimamente sensata estaria disposta a desempenhar. Ele não é nosso chefe: nós é que somos chefes dele."
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sábado, 7 de novembro de 2009
ASSINO EMBAIXO DE SUAS PALAVRAS
O monumento ao primitivismo que começou a ser erguido na noite de 22 de outubro, quando centenas de alunos do campus de São Bernardo protagonizaram a tentativa de linchamento da moça do vestido curto, foi inaugurado com a expulsão de Geisy Arruda e a aprovação, com louvor, dos agressores. A nota divulgada pela direção da Uniban, com o título A educação se faz com atitude e não com complacência, faz sentido nestes tempos estranhos. Num Brasil pelo avesso, o certo virou errado e o errado virou certo.
Como o culpado é inocente, Antonio Palocci pode estuprar a conta do caseiro, o MST pode invadir o que vier pela frente, José Sarney pode continuar engordando o prontuário de matar de inveja um general do PCC. Como o inocente é culpado, Francenildo Costa não pode queixar-se da condenação ao desemprego, os fazendeiros não podem invocar o direito de propriedade nem alegar que as terras são produtivas. Por divulgarem verdades sobre um homem incomum, o Estadão merece censura e merecem pancadas jornalistas que escrevem livros contando um pouco do muitíssimo que fez o dono do Maranhão.
Como o que era já não é, diplomas de universidades estrangeiras agora equivalem a atestados de elitismo. Devem ser transferidos da parede para o porão, antes que os diplomados sejam considerados inimigos do Grande Ignorante e, portanto, da pátria. Falar e escrever direito é coisa de preconceituoso, miudezas desprezíveis para um enviado da Divina Providência. O brasileiro tem de aprender a desaprender, porque é de linguagem chula que o povo gosta, é palavrório grosseiro o que o povo quer.
A minissaia foi inventada em 1960, os trajes das universitárias hoje sessentonas eram bem mais ousados. Mas um microvestido ficou moderno demais, porque o país está avançando para trás. A sindicância interna concluiu que Geisy teve “uma postura incompatível com o ambiente da universidade, frequentando as dependências da unidade em trajes inadequados”.
A sorte é que jovens de boa família estavam lá para defender “os princípios éticos, a dignidade acadêmica e a moralidade” desrespeitados pela moça desvestida de vermelho. “A atitude provocativa da aluna resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar”, descobriu a Uniban.
Vinte anos depois da queda do Muro de Berlim, a Uniban transformou o campus de São Bernardo no muro da boçalidade. A expulsão do vestido curto riscou a fronteira que separa o país moderno do Brasil primitivo. A turma das cavernas está do lado de lá.
SERÁ QUE TODA REVOLTA DO VERMELHO NO AMBITO POLÍTICO ESTÁ CONTIDA NO SUBCONSCIENTE DA POPULAÇÃO ?
NESSE CASO O ALVO NÃO DEVERIA SER A MOÇA DO VESTIDO VERMELHO !
BLOGUEIRA CUBANA YOANI SÁNCHEZ É ESPANCADA SE A MODA PEGA
WASHINGTON, EUA — A organização Human Rights Watch (HRW) condenou neste sábado o ataque contra a conhecida blogueira cubana Yoani Sánchez,que denunciou ter sido detida e espancada por agentes da polícia secreta cubana.
"As autoridades cubanas usam a força bruta para tentar silenciar a única arma de Yoani Sánchez: suas ideias", disse em um comunicado o diretor para as Américas do organismo de defesa dos direitos humanos, José Miguel Vivanco.
"A comunidade internacional deve enviar uma mensagem firme a Raúl Castro, de que estes ataques a vozes independentes são completamente inaceitáveis", disse Vivanco.
Sánchez, que recebeu os prêmios Ortega y Gasset (do jornal espanhol El País, em 2008) e Maria Moors Cabot (da Universidade de Columbia, em 2009), denunciou neste sábado em seu blog "Generación Y" ter sido presa junto com Orlando Luis Pardo, seu amigo, quando os dois saíam para participar de uma marcha de jovens contra a violência.
Sánchez afirmou ter sido espancada, acusada de "contrarrevolucionária", e liberada meia hora depois.
"Este ataque descarado deixa claro que ninguém que tenha uma voz de discordância em está a salvo das represálias violentas", acrescentou Vivanco.
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