quarta-feira, 4 de novembro de 2009

CORRUPTO É UM ASSASSINO



Um garoto vai à escola
Incapaz de aprender
Porque tudo o que ele come é a merenda escolar...
O seu lanche é quase nada
Farinha superfaturada
Mas quem desviou a grana come caviar

Na porta do Congresso
Acontece um protesto
Só que ninguém vê a grande multidão

É o protesto das almas
Daqueles que se foram
Por falta do dinheiro da corrupção

(Refrão)
Me diga, Vossa Excelência
Como é que o senhor consegue dormir?
Como se dobra a consciência...
Pra se sujar de sangue e não sentir?

Na porta de um hospital
Um doente passa o dia
A espera do atendimento que não vai chegar

Um figurão usou a verba
Pra pagar sua cirurgia
De rejuvenescimento e implante capilar

(Refrão)

E o protesto dos mortos
Enche a Praça dos Três Poderes
Se expande até os palácios
E segue invisível
Invade ministérios
Em busca do impossível
Se expande até os palácios
E segue invisível
Invade gabinetes
Em busca do impossível
Em busca de Justiça...

(Neto Castanheira/Maurício Ricardo. Arranjos e produção: Neto Castanheira)

Os Seminovos são: Neto Fog (voz), Maurício Ricardo (baixo, voz), Neto Castanheira (guitarras, produção), Tchana (guitarra base, voz).

BRASIL UM PAÍS DE TODOS MENOS DOS APOSENTADOS



  Apesar dos protestos, o governo conseguiu barrar nesta quarta-feira a votação na Câmara do projeto que estende a todas as aposentadorias e pensões o mesmo índice de correção dos benefícios no valor de um salário mínimo.


Desde cedo, os aposentados encheram as galerias para acompanhar a votação. Com a manobra governista, os manifestantes vaiaram o líder do PT, Cândido Vaccarezza (SP), que tentava defender da tribuna a proposta de acordo do governo no lugar da votação do projeto. Os aposentados viraram de costas enquanto o petista discursava.


DINHEIRO PARA COMPRA SUCATA BÉLICA
DINHEIRO PARA BOLÍVIA E EQUADOR
DINHEIRO PARA PARAGUAI
DINHEIRO PARA ONGS
DINHEIRO COMPANHEIROS APARECIDOS DO REGIME MILITAR
DINHEIRO PARA HOSPEDAGEM DA TURMA DE ZELAYA
CADÊ O DINHEIRO DO PRÉ-SAL ?

terça-feira, 3 de novembro de 2009

CARNAÚBA ÁRVORE DA VIDA A PALMEIRA DO NORDESTE



Entre os Estados do Ceará, Rio Grande do Norte e Piauí, há uma extensa área coberta por uma palmeira que produz excelente tronco para a construção de casas, palhas para cobertura de telhados e para confecção de chapéu e outros objetos de sua e da qual, há séculos, se retira uma valiosa cera usada em larga escala na cosmetologia, na farmacologia e até pela indústria eletrônica. É a copernicia cerifera, a popular carnaúba, apontada como uma das mais valiosas árvores, do ponto de vista econômico, do Nordeste. No passado fez muitas fortunas e, hoje, sem merecer o apoio dos governos estadual e federal, sobrevive porque seus plantios, feitos de forma desordenada, resistem à estiagem.

Uma carnaubeira para se tornar produtiva, leva de 10 a 15 anos. Não existe plantio ordenado para os carnaubais espalhados no Estado. Toda sua produção são nativos, mas muito viçosos, embora muitos tenham sido devastados para a construção de reservatórios de água, implantação de roçados e instalação de viveiros de camarão(carcinicultura) na zona costeira desses Estados. 

 Os aspectos mais importância dessa atividade extrativista é, ainda, sua significativa importância na produção em emprego e renda para economia do Estado. Nos períodos de entres safra de outras culturas, entre os meses de outubro até a chegada das chuvas, empregam-se cerca de 100 mil pessoas. A extração da cera de carnaúba no estado do Ceará tem quase dois séculos de história. O primeiro registro sobre a carnaúba foi feito em 1648, por Maregravius e Piso e, posteriormente, ratificado por R. Müller, em 1768, quando relatou as primeiras experiências para obter cera para ser usada como vela.

PARA QUE SERVE UM PRESIDENTE NORDESTINO ?

domingo, 1 de novembro de 2009

DILMA VISITA MACABRA



OS FANTASMAS DA CORRUPÇÃO


LULA PREFIRO SER UMA METAMORFOSE AMBULANTE ENTENDEU


UM UNIVERSO SEM LULA E PETISTAS




Luiz Inácio Lula da Silva, embriagado por índices de aceitação e popularidade jamais vistos, pensa e age como dono do país com seu espírito ditatorial não permite ser contrariado.
Seu alvo preferido de ataques é sempre a imprensa, pois esta tem a ousadia de dizer e denunciar suas falhas e irregularidades, que são muitas. No dia 29, durante Encontro Nacional dos Catadores, na capital paulista,  Lula fez duras críticas à imprensa.
Está não é a primeira vez que o presidente critica imprensa ou se comporta contra ela. Poucos meses depois de sua posse no primeiro governo, ele enviou ao Congresso Nacional o texto do projeto de lei que criava o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Jornalismo, que nada mais era que um “controlador” da imprensa.
Por sorte do país a desonestidade governamental, que começou com o “mensalão”, tirou as possibilidades de implantar uma ditadura.

sábado, 31 de outubro de 2009

LULA E CHÁVEZ NOITE SEM LEI SECA EM CARACAS


A BRUXA DO PT


“Em breve, a bruxa Petista poderá voar em sua vassoura estrelada e derramar a poção mágica sobre as cabeças de todos idiotas e assim seremos todos felizes sob o capitalismo humanizado do PT.”

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

AINDA DUVIDA DA EXISTÊNCIA DO PACTO LULA RECORD DILMA



TRANSNORDESTINA MAIS UMA MENTIRA DO GOVERNO LULA



É o caso de se repetir o velho chavão “me engana que eu gosto”. Tiraram o direito dos brasileiros do transporte por trilhos (com exceção das pouquíssimas exceções conhecidas). Em 1960 havia mais de 67 mil quilômetros de trilhos percorridos por bons e/ou maus trens, mas que lá estavam todos os dias, com todas as virtudes e defeitos que eles pudessem ter. Hoje, são apenas pouco mais de 29.798 quilômetros.

As estações ferroviárias tiveram um papel preponderante não somente no País, como em todo o mundo. Fundaram cidades, centralizaram a vida das povoações, serviram como agência de correios, trouxeram o progresso e foram em geral construídas com arquiteturas diferentes, desde as mais suntuosas até as mais simples. Porém, até os anos 50 eram em geral construções bonitas. Hoje em sua grande maioria abandonadas, somente permanecem ativas aquelas que se transformaram em estações de trens metropolitanos, as que se estão no caminho dos poucos trens turísticos e as poucas que são utilizadas como central de recebimento de cargas pelas atuais concessionárias das ferrovias.

Enquanto isso, diversos países do mundo, ricos e pobres, mantêm seus trens porque eles têm uma vital importância no transporte de grãos, minérios e pessoas, é preciso acabar com essa máfia de superfaturamento de operações tapa buracos que deu origem a personagens e onde fica a preocupação com meio-ambiente é as emissões de carbono dos caminhões.
Posição País Malha Ferroviária em km
1 Estados Unidos 228.464
2 Rússia 87.157
3 China 70.058
4 Índia 63.140
5 Canadá 48.909
6 Alemanha 46.039
7 Austrália 43.802
8 Argentina 34.091
9 França 32.175
10 Brasil 29.798


veja mais absurdos:
http://www.guialog.com.br/estatistica-transpo.htm

Transnordestina continua sem aporte de verba federal xto publicado em 23 de Outubro de 2009
  A Ferrovia Transnordestina continua sem liberação de recursos por parte do governo federal. Ontem, o governo publicou um decreto no Diário Oficial da União criando um adicional de R$ 1 bilhão para obras na área de transportes (incluindo rodovias federais) e não tinha um centavo sequer para o empreendimento. O decreto também cancelou R$ 1 bilhão de obras que estavam sendo feitas pelo Ministério dos Transportes. Em Pernambuco, a iniciativa retirou R$ 5,2 milhões que seriam usados na manutenção da BR-232, rodovia que liga o Recife a Salgueiro (no Sertão), passando por Caruaru. Segundo a assessoria de imprensa do Ministério dos Transportes, a iniciativa foi apenas um remanejamento dos recursos de obras que não estavam andando num ritmo considerado mais avançado pelo governo federal.
Além de não ter recursos para a Ferrovia Transnordestina, o decreto publicado também retirou R$ 201 mil que seriam empregados em obras de manutenção da BR-110 nos trechos de Pernambuco.
Já as obras que ganharam recursos adicionais foram os trechos pernambucanos das seguintes rodovias federais: BR-423 – que terá R$ 3,1 milhões, BR-424, com uma liberação extra de 2,6 milhões, a BR-316, com uma liberação de mais R$ 1,2 milhão, a BR-428, com R$ 5 milhões.
Também ganharão mais recursos: a BR-104 (R$ 6 milhões), a BR-407 (R$ 1,2 milhão) e a BR-408 que vai receber mais R$ 3 milhões. Esses recursos serão liberados para fazer a manutenção dessas rodovias.
ESTAGNADA
Construída pela empresa Transnordestina Logística, a Ferrovia Transnordestina terá 1.728 quilômetros de extensão e vai ligar o Sul do Piauí aos portos de Pecém, no Ceará, e de Suape, em Pernambuco. O custo total do empreendimento é R$ 5,4 bilhões e pelo menos R$ 3 bilhões sairão de recursos públicos, como o Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE). A empresa Transnordestina substituiu a antiga Companhia Ferroviária do Nordeste (CFN) – ambas dos mesmos donos.
Os recursos do FDNE até agora não foram liberados pela Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). Um dos motivos do atraso na liberação dos recursos foi o fato de que a empresa não estava querendo apresentar garantias que comprometessem uma das principais acionistas da Transnordestina Logística, a Companhia Siderúrgica Nacional, que tem como um dos seus maiores acionistas, o empresário Benjamin Steinbruch.
Fonte: Jornal do Comercio

terça-feira, 27 de outubro de 2009

COMO SE COMPORTAR NUMA CPI


PESCA ARTESANAL NO BRASIL UM DESCASO GOVERNAMENTAL



A pesca artesanal no Brasil representa aproximadamente 55 % do peixe que é consumido internamente. Por tanto, o Brasil é verdaderamente un país da pesca artesanal. Apesar disso, historicamente muito pouco tem sido feito com relação às políticas públicas para este setor.Um dos mais graves indicios desta afirmação é a precariedade das estatísticas, que não estão estruturadas para realmente expor a realidade da pesca no Brasil, em especial a artesanal.Estima-se que existam no Brasil em torno de 1 milhão de pescadores que vivem diretamente da pesca, envolvendo em torno de 4 milhões de pessoas.


a pesca artesanal sempre foi relegada na formulação das políticas públicas no Brasil. Embora possamos afirmar que a pesca em si, enquanto setor econômico, nunca teve sua importância reconhecida pelos governos, a pesca artesanal sempre sofreu isso mais fortemente. A política mais recente para a pesca artesanal foi posterior ao Decreto 221 de 28 de fevereiro de 1967, chamado PescArt, que se constituiu num Programa de Apoio à Pesca Artesanal, envolvendo crédito e formação de cooperativas para venda do pescado, o Decreto 221, tentou  modernizar os pescadores “atrasados”, motorizando as pequenas embarcações, trocando as redes, que em sua maioria eram por eles confeccionadas, por fardos de panos de redes de nylon já trançados, e criando entrepostos que logo foram apropriados pelos atravessadores por conta da falta de preparo para que os próprios pescadores assumissem os empreendimentos. Isso gerou, em muitos casos, um endividamento dos pescadores, que foram relegados à mais profunda miséria. Agravado a isso, os incentivos fiscais oferecidos pelo Decreto 221 para as indústrias pesqueiras e armadores da pesca, saquearam o litoral e as áreas estuarinas, principalmente, restando aos pescadores as migalhas que sobravam, Aliado a isso, um forte processo de especulação imobiliária de faixas do litoral, advindo do Milagre Brasileiro na década de 70, expulsou os pescadores de suas praias e estuários, inviabilizado cada vez mais a pesca artesanal.


com a criação da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República – SEAP,  Esta Secretaria foi efetivamente criada no dia 01 de janeiro de 2003, data da posse, neste mesmo dia, do Ministro José Fritsch,Nunca o setor vibrou tanto. As esperanças de ver a pesca artesanal reconhecida como um setor economicamente importante para a nação,Com uma equipe técnica reduzida, um orçamento irrisorio e uma equipe dirigente para a qual em muitos momentos falta conhecimento do setor, a SEAP tem frustrado, em muito, as expectativas dos pescadores artesanais em ter suas reinvidicações atendidas.
Projetos estratégicos para a pesca artesanal como a extensão pesqueira, alfabetização, regularização profissional e aspectos relacionados aos benefícios sociais, não andam por total falta da compreensão política da sua importância, uma insensibilidade governamental com  influência direta na vida das comunidades pesqueiras.

Todos os desafios estão apurados e relatados, para que os pescadores consigam com sua dignidade  “viver da pesca”, como sempre fizeram, talvez essa depedência da pesca  incomode os parasitas de Brasília.

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