quinta-feira, 22 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
VIAGENS DO LULA SOMAM 11 VOLTAS AO REDOR DA TERRA
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viajou 480.883 quilômetros a bordo do avião da presidência até 2008, distância equivalente a 11,16 voltas ao redor do planeta pela linha do Equador. A estimativa é de reportagem publicada hoje no jornal O Estado de S. Paulo.
Desde que assumiu a Presidência, em 2003, até 2007, Lula viajou 128 vezes para outros países, média de uma visita a cada 13,5 dias (foram 62 nações visitadas no período).Em média, Lula visita um país a cada dez dias entre 1º de janeiro e 25 de setembro de2007, período que já cumpriu no segundo mandato como presidente. Em 2007, ele esteve em 24 países diferentes, no total já são mas de 80 países.
LINK DA NOTÍCIA
VIAJANDO ASSIM FICA FÁCIL SER POPULAR
LULA RECORD E DILMA UM PACTO DE PODER
Imagine um Pacto de Poder entre um político populísta com 80% de aprovação, um Bispo empresário com 50 milhões de fiéis e uma economista cheia de fé para dar, como ficaria o Brasil nas mãos desses senhores.
Ontem ficou fácil percebe isso pela linha editorial do grupo Record que talvez esse pacto já tenha sido fechado, em menos de 24 Horas a programação da TV Record News deixou isso bem claro fazendo entrevistas de assuntos de interesse do governo LULA na segunda [19] a noite, o assunto foi a crise em Honduras, com uma bancada de entrevistados dirigida pró-lula, entre eles o deputado paulista Ivan Valente do Psol, mas com DNA claramente petista, inclusive fiz uma pergunta ao vivo lida pela metade, para os que não assitaram ao vivo os suas reprises ao prova do email no fim do texto, o segundo assunto foi a transposição das águas do Rio São Francisco onde o apresentador Paulo Henrique Amorin entrevistou o pré-candidato ao Governo Baiano o ministro Gerdel Vieira fazendo mais elogios a Lula e Dilma do que falando da transposição, na segunda parte do programa na véspera da instalação da CPI do MST, o entrevistado foi o presidente do INCRA Rolf Hachbart, admitiu que ainda falta infraestrutura nos assentamentos realizados pelo governo. A falta de estradas, energia elétrica e água encanada, por exemplo, são algumas das críticas dos assentados, que são amenizadas com liberações de volumosas verbas.
EMAIL PARA RECORD
| ocultar detalhes 19 out (1 dia atrás) | ||||||||||||||||||||
PORQUÊ ZELAYA VOLTOU JUSTAMENTE A HONDURAS PARA EMBAIXADA BRASILEIRA E NÃO PARA OUTRA EMBAIXADA, NÃO FICA DÍFICIL ACREDITA QUÊ O BRASIL NÃO TEVE PARTICIPAÇÃO SABENDO QUE ZELAYA VISITOU LULA E O BRASIL POUCO TEMPO ANTES DE RETORNA A HONDURAS
OLIVACI JÚNIOR BLOG O PENSADOR SINCERO
FARMACÊUTICO-BIOQUÍMICO
NATAL RIO GRANDE DO NORTE
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
O GURI DO RIO PARTE 2
VEJA O VÍDEO O GURI DO RIO PARTE 1
http://olivacijunior.blogspot.com/2009/10/o-guri-na-olimpiada-do-rio.html
ZELAYA EM HONDURAS NA CASA DA MÃE JOANA E DO PAI LULA
O longo impasse a que chegou a crise hondurenha está, pouco a pouco, esvaziando a Embaixada do Brasil em Tegucigalpa, onde o presidente deposto Manuel Zelaya está abrigado desde o dia 21. Há duas semanas, oito zelaystas deixaram a missão. Nos últimos sete dias, mais quatro abandonaram o barco. A estagnação das negociações somada ao "êxodo" da embaixada ameaçam retirar Zelaya do foco das atenções, sobretudo da mídia internacional.
Com menos gente e com a tendência de os jornalistas também partirem, o campo zelaysta começa a temer perder voz e, consequentemente, a capacidade de mobilização. Na medida em que os dias passam e a solução negociada para a crise parece mais distante, amplia-se a percepção, principalmente entre os repórteres, que o assunto começa causar um certo fastio - e, consequentemente, o desinteresse - em seus leitores e espectadores.
Com menos gente e com a tendência de os jornalistas também partirem, o campo zelaysta começa a temer perder voz e, consequentemente, a capacidade de mobilização. Na medida em que os dias passam e a solução negociada para a crise parece mais distante, amplia-se a percepção, principalmente entre os repórteres, que o assunto começa causar um certo fastio - e, consequentemente, o desinteresse - em seus leitores e espectadores.
300 "hóspedes" estavam na Embaixada do Brasil em Tegucigalpa desde que Zelaya chegou ao local,o governo de Roberto Micheletti foram capazes de baixar a cifra, no fim de setembro, para pouco menos de 70 "hóspedes". Hoje, a lista de pessoas abrigadas soma 48 nomes, dos quais 6 são de repórteres de jornais e agências de notícia internacionais.
VAI FAZER UM MÊS DE ZELAYA NA EMBAIXADA BRASILEIRA VOCÊ VAI PAGAR ESSE ALUGUEL ? ZELAYA O PRIMEIRO INQUILINO DO MINHA CASA MINHA VIDA
domingo, 18 de outubro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009
CORRUPÇÃO IMPUNIDADE VIOLÊNCIA UMA MISTURA EXPLOSIVA
| Impunidade, corrupção e violência andam juntas afirma Gilberto Velho | |
Para o antropólogo, faltam ao país homens públicos que dêem exemplo de ética e honestidade O antropólogo Gilberto Velho diz que a sociedade brasileira vive num círculo vicioso, no qual a impunidade, a violência e a corrupção estão interligadas e disseminadas. Para ele, faltam ao país homens públicos que dêem exemplo de ética e honestidade. Ao contrário, segundo ele, os governantes e as autoridades têm sido cúmplices da impunidade no país. Ele criticou o presidente Lula, por não ter condenado publicamente os acusados de corrupção em seu governo. - O senhor já disse que a impunidade é uma das causas da corrupção no país. A corrupção também ajuda a manter a impunidade? Impunidade, corrupção e violência caminham juntas, estão interligadas. A sociedade brasileira está impregnada desses três males. As pessoas que vivem de pilhar o país, de desviar dinheiro público, usam da violência para garantir seus esquemas ilegais, de saque da nação. Por outro lado, para que possam atuar, têm que continuar impunes. - Como os corruptos conseguem se manter impunes e no poder? Em termos antropológicos, o problema é que existem na sociedade brasileira grupos que ocupam posições-chave e que vivem do saque. Isso pode ter começado no Brasil Colônia, mas piora bastante em tempos mais recentes. Houve até momentos ou períodos da história em que havia, por razões institucionais ou pessoais, maior resistência contra a corrupção. Um exemplo é Dom Pedro II, pela posição que ocupava. Ele tentava dar um exemplo de honestidade, de ser contra a corrupção, o abuso do poder. Mas o saque aos cofres públicos é constante na história. Tem o caso das empreiteiras. - Falando em empreiteiras, falta punição também aos corruptores? Claro. Há grandes interesses econômicos em jogo. Qualquer grande empreendimento que se anuncie, aparece para esses grupos como oportunidade de lucro. Infelizmente, a corrupção, a predominância de interesses de pilhagem, a ausência de ética e de espírito público estão disseminados na sociedade. - Voltando às empreiteiras, os esquemas que foram descobertos no governo Collor não foram desfeitos. As empreiteiras tinham papel fundamental no processo de corrupção, estavam infiltradas no Executivo, no Legislativo e no Judiciário. O PC Farias foi assassinado, a mulher dele morreu em circunstâncias estranhíssimas. Nada foi apurado até hoje. O Brasil está carente de homens públicos que sirvam de exemplo? Existe uma crise generalizada. As nossas elites políticas estão desmoralizadas. Encontramos aqui e ali, no Legislativo, no Judiciário e no Executivo, alguns exemplos. Quando as pessoas não estão envolvidas diretamente em algum escândalo, são cúmplices da impunidade. Quando um governante deixa de investir em segurança, é cúmplice da violência. No Congresso, há uma ação corporativa de proteção, de tentativa de esvaziar as crises. No governo Lula, pessoas foram acusadas de corrupção e o presidente, em vez de condenar, passou a mão na cabeça delas. E agora ainda reclama que falam mal do Brasil no exterior. | |
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