sábado, 21 de novembro de 2009

GRAÇAS A IMPUNIDADE OS MENSALEIROS ESTÃO DE VOLTA


O PT dos aloprados, mensaleiros, maleteiros e cuequeiros está de volta. Com o fim da Era Lula, a nau vermelha sem comando e sem rumo recebe de volta os seus melhores ratos. Haja queijo podre. A eleição do PT é uma prova do que poderá vir a ser um país nas mãos da insossa Dilma, uma burocrata sem trajetória política, sem as mínimas condições de liderar o país. O Brasil, com Dilma, seria literalmente fatiado, dominado pelos Zé e seus asseclas. Não é possibilidade, não. É certeza. A chapa do presidente do PT, aquele que vem direto das bombas da Petrobras, José Eduardo Dutra, é composta por José Dirceu, Luiz Paulo Cunha, José Genoino e mais cinco réus do mensalão. São estes personagens que vão orientar a militância em 2010. Maletas vão voar! Cuecas dolarizadas serão jogadas para o alto! Dossiês surgirão da noite para o dia! Os mensaleiros estão de volta! Se der a insossa Dilma, são eles que mandarão no país.

POST VIA BLOG COTURNO NOTURNO
http://coturnonoturno.blogspot.com/

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

ICAPUÍ/CE O PARAÍSO PERDIDO DO PT FOI NOTÍCIA NO JORNAL HOJE


A História de Icapuí/ce começa quando era apenas uma pequena vila, chamada Caiçara, devido a uma cerca de galhos que protegia as tribos dos índios. Em 30 de dezembro de 1943, passou a se chamar Icapuí, corruptela do tupiIgarapuí” que significa, ao pé da letra, canoa (ygara) rápida, veloz (puí).
No começo Icapuí tinha poucos habitantes. Depois, com o passar dos tempos, a população aumentou e aconteceu a primeira tentativa de torná-la município, através de Orlando Rebouças e Marcondes de Oliveira, em 1957, o que não foi possível, devido às forças políticas que eram contrárias ao movimento. Vinte e sete anos após a primeira tentativa, um grupo de icapuienses sob a liderança de José Aírton Félix Cirilo da Silva e com o apoio da comunidade, conseguiu tornar Icapuí um município através de um plebiscito, desmembrando-o política e administrativamente de Aracati, a partir de 22 de janeiro de 1984.
Apartir da data de sua emancipação política até o ano de 2004, o município foi sempre administrado por prefeitos petistas, durante esse tempo você poderia encontrar o companheiro LULA tomando uma caipirinha e comendo uma lagosta na praia da Redonda, o Ricardo Benzoini fazendo uma caminhanda na praia Tremembé, o petista que não podia ir a Cuba, concerteza podia ir a Icapuí nem que fosse nos encontros mundiais da juventude uma das atrações do calendário turístico da cidade,mas em 2003 surgiu um candidato um do PSDB irmão José edilson um homem evangélico, irmão do primeiro prefeito petista da cidade hoje Dep Federal José airton cirilo,a família estava dividida, seu slogan de campanha era vamos passar o rodo, era o fim do império petista em icapuí, logo agora que companheiro LULA tinha sido eleito presidente no ano de 2002, teve 2 anos para fazer parcerias com administração petista municipal, a população escolheu um prefeito de oposição, a canoa foi muito veloz.
A população da cidade ficou sem a parceria do companheiro lula, mas os amigos companheiros jamais, muitos foram aproveitados em administrações municipais petistas das cidade de fortaleza e Quixadá, outros foram convocados para assumir cargos federais em Aracati, Fortaleza e Brasília, alguns ficaram mas não estão esquecidos, certa vez em um empreendimento hoteleiro turístico da cidade em um bate papo informal de manhã de domingo ensolarado de praia com o seu empresário pernambucano um conterrâneo de lula, ele me fez uma confissão lula mudou minha vida além de vários outros elogios, não fiquei surpreso pois sabia dos milhões de reais do BNDES liberados para financiar o seu empreendimento.
Tenho a certeza convicta o petísmo é uma religião de fanáticos onde LULA é o seu Deus, porquê só LULA e Deus podem mudam nossas vidas. 

MAIS UMA FEZ BLOG DA PAUTA HOJE FOI O JORNAL HOJE DA GLOBO
POST PUBLICADO NO DIA 
 sábado, 14 de fevereiro de 2009

VEJA REPORTAGEM NO SITE DA GLOBO
http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL1386614-16022,00-CONHECA+UMA+PRAIA+POUCO+EXPLORADA+NO+CEARA.html

CARNATAL O MAIOR CARNAVAL FORA DE ÉPOCA DO BRASIL


O maior carnaval fora de época do Brasil comemora 19 anos. Dono de uma mega estrutura, o que faz dele sucesso absoluto, o Carnatal é unanimidade nos quatro cantos do país.

Prova disso é o resultado da enquete divulgada pelo Carnasite, um dos portais de Axé Music mais conceituados do Brasil, onde a festa ocupa a primeira posição na pesquisa “Qual micareta você está mais a fim de ir em 2009?”. Com 22,45% dos votos dos internautas, o Carnatal deixou para trás outras 16 carnavais fora de época que fazem parte do calendário dos foliões.

Em 2009, o Carnatal acontecerá no período de 3 a 6 de dezembro, no Largo do Machadão. Para marcar os 19 anos da micareta, dez blocos prestigiarão a festa, cada um composto, em média, por quatro mil foliões.

O percurso será o mesmo dos anos anteriores, com 3.800 metros de extensão, sendo 800m só no Corredor da Folia, onde ficam os mais de 250 camarotes e as arquibancadas. Nos quatro dias de folia, alguns dos maiores artistas da música baiana animarão o público, entre eles o Chiclete com Banana, Ivete Sangalo, Asa de Águia, Ricardo Chaves, Tomate, Cláudia Leitte, Banda Eva e Jammil.

Na linha de camarotes especiais, que fazem “a festa dentro da festa”, o folião tem espaços projetados para oferecer muito conforto e diversão dentro de uma estrutura especial. Nos quatro dias de festa eles têm atrações diferenciadas, como DJs, acesso à internet, salões de beleza para fazer uma produção diferente, comida e bebida, áreas de relaxamento, praça de alimentação e pistas de dança.

A força da marca Carnatal continua atraindo investimentos de grandes empresas e marcas, como Skol, Pepsi, Red Bull, Cachaça 51, Elma Chips, LG, Souza Cruz, Valor Imóveis e Método Construtivo, Revista Contigo, Cia da Natureza, Natal Shopping e as Faculdades Maurício de Nassau, FARN e UnP. O que é refletido nas grandes transmissões em rede nacional de TV e Rádio, além da cobertura oficial da Revista Contigo!, previstas para este ano.

Para garantir a segurança dos foliões, a Destaque Promoções contará com 1.800 policiais/dia, entre civis e militares que trabalharão em conjunto, 70 câmeras, 10 torres de observação (com 4 policiais cada) e 8 tablados elevados (com 8 policiais cada) instalados por todo o percurso para monitorar a área. Alguns desses equipamentos são utilizados desde o Carnatal 2003 e fizeram despencar o número de ocorrências policiais registradas durante o evento.

Além disso, o esquema de segurança terá profissionais da Semob, policiais rodoviários federais, Corpo de Bombeiros e seguranças particulares contratados pela Destaque Promoções e pelos blocos. Já o atendimento de saúde será prestado pela equipe do Serviço de Atendimento Móvel às Urgências (SAMU) e a limpeza nas imediações da festa será feita pela Urbana.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

FREI BETTO PAI DO FOME ZERO FAZ CRÍTICAS AO PROGRAMA


O frade dominicano Carlos Alberto Libânio Christo, o Frei Betto, foi um dos líderes do Fome Zero, principal programa social do primeiro mandato do presidente Lula. Durante dois anos, foi assessor especial da presidência e coordenador de mobilização social para o Fome Zero.

Teólogo e escritor ligado à esquerda - foi preso durante a ditadura militar e acusado de apoiar guerrilheiros como Carlos Marighella -, Frei Betto deixou o governo no final de 2004 incomodado com os rumos da política econômica e criticando a burocracia que emperrava o andamento dos programa sociais.


UOL - Quando o senhor deixou o governo, fez críticas à burocracia, que atrapalhava o andamento do Fome Zero. De lá para cá, mudou alguma coisa ? Houve melhoras na execução dos programas sociais ?
FB - Quanto ao Bolsa Família, houve evidente melhora, sem dúvida, graças ao empenho do ministro Patrus Ananias. Porém, me pergunto pelos outros programas que faziam parte da cesta emancipatória do Fome Zero: onde estão os cursos profissionalizantes? A formação de cooperativas? Os restaurantes populares? Os bancos de alimentos? Os comitês gestores? Por que conceder facilidades de acesso ao crédito se já existia, no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal, iniciativas, como o Banco Popular (que fim levou?) nesse sentido? 


UOL - Que balanço o senhor faz hoje dos programas de combate à fome e do Bolsa-Família ?
FB - Em geral, positivos, mas provisórios enquanto as medidas assistencialistas não forem respaldadas por reformas de estrutura. De que adianta distribuir renda a quem aspira que se distribua terra? Como é possível ter êxito no combate à fome sem reforma agrária? Como se explica as famílias pobres terem mais acesso à renda e ao consumo e, ao mesmo tempo, sofrerem a ameaça de dengue e febre amarela? O governo combate, de fato, a miséria, mas não a desigualdade social, pois teme mexer nas estruturas arcaicas do país e desagradar os que se enriquecem graças à injustiça estrutural.


UOL - O senhor acredita que o pagamento de renda pelo governo a essas famílias possa causar algum tipo de dependência ?
FB - A dependência é clara, pois onde há dinheiro, há dependência. O próprio governo é consciente disso, tanto que agora retomou um critério do Fome Zero: estabelecer prazo de permanência no programa. A questão é saber se, após os dois anos como beneficiária, a família encontrará de fato sua porta de saída, conquistando autonomia para produzir sua própria renda.


UOL - Esse tipo de programa vira um caminho sem volta ? Como fazer com que essas pessoas "caminhem com as próprias pernas" ?
FB - Só se pode "caminhar com as próprias pernas" quando se vive num país cujas estruturas sócio-econômicas não produzem tanta desigualdade e, portanto, oferecem à maioria acesso razoavelmente igualitário aos direitos de cidadania. O povo brasileiro, em sua maioria, jamais "caminhará com as próprias pernas", sem ter que apelar ao poder público, às instituições filantrópicas, ao trabalho informal, à contravenção como o narcotráfico, enquanto não houver aqui reforma agrária e leis que, de um lado, impeçam que se criem as condições de miséria e, de outro, o enriquecimento abusivo. Não temos ainda democracia econômica.

UOL - Por fim, o senhor considera o programa vulnerável a fraudes ?
FB - Lamento que o programa seja monitorado pelas prefeituras, onde há freqüentes indícios de corrupção, e não pelos comitês gestores, formados por representantes da sociedade civil, como se propôs na fase inicial do Fome Zero. Sem a sociedade civil fiscalizar, pressionar e cobrar, o poder público costuma cair em tentação.


entrevista feita: Vicente Toledo Jr.
Portal UOL em 15/03/2008
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