segunda-feira, 6 de julho de 2009

AUDIÊNCIA PÚBLICA NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO CEARÁ NOVELA DOS CONCURSADOS PODE CHEGAR AO FIM

MP ameaça pedir à Justiça que determine o estabelecimento de um cronograma de convocação

A promotora de Justiça de Defesa da Saúde Pública, Isabel Porto, deve entrar, no início de julho com ação civil pública na Justiça exigindo que o governo do Estado determine um cronograma de convocação para os profissionais de saúde de nível superior não-médico, aprovados no concurso realizado em outubro de 2006. A seleção ofereceu 4.252 vagas para nível médio e superior.

A decisão poderá ser tomada em audiência pública, realizada nesse quarta-feira dia 8 de julho ás 14:00hs na assembléia legislativa do ceará, reunindo representantes de sindicatos e conselhos das categorias dos concursados, além da assessoria jurídica das secretarias da Saúde e do Planejamento e Gestão do Trabalho do Estado do Ceará,e membros do tribunal de contas e justiça do ceará, ministério do trabalho e Público além conselho estadual de saúde e os concursados.

Washington Willen Santana, assessor jurídico da Sesa, afirmou que o órgão vem cumprindo suas atribuições na medida da possibilidade de pessoal e estrutura técnica disponíveis. Segundo ele, a questão do nível superior não-médico depende de autorização do governador, por meio de publicação de edital de convocação.

“A conduta do Governo é de romper com as práticas de terceirização do serviço público. É de interesse do Estado convocar o mais breve possível todos os remanescentes do concurso em questão”, disse.

O representante da Seplag, Gerardo Márcio Maia Malveira, admitiu que o governo do Estado deu preferência à convocação dos médicos por conta de pressão da categoria.

“A cooperativa dos médicos está realizando uma verdadeira chantagem com o Estado, exigindo coisas que não se pode cumprir e se negando a trabalhar. Por isso a prioridade”, argumentou Malveira.

A fisioterapeuta Karine Gomes estava indignada com a situação. “Nós sabemos que o serviço público está totalmente precarizado. O pessoal terceirizado não tem a mesmo responsabilidade com os pacientes que um concursado”, diz.

realmente essa Audiência Pública talvez seja o capítulo de maior Audiência dessa triste Novela, esta presente é uma obrigação, um momento único, um fato imperdível, uma acontecimento histórico dentro desse movimento, vamos todos para ver a cara de pau desses políticos e gestores irresponsáveis e incompetentes, ver e ouvir os argumentos juridícos mas injustos possíveis, presenciar tudo isso não tem preço.

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